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Inside out (Divertidamente)

por Maria Joana Almeida, em 28.12.15

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Em tempo de Natal os filmes de animação inundam as salas de cinema e televisões. Assistimos a filmes antigos e filmes recentes. E de entre estes filmes, um breve artigo que li esta semana, fez-me recordar o melhor filme de animação que assisti nos últimos tempos e talvez o melhor de sempre. Inside out (Divertidamente).

 

Inside out conta a história de uma jovem, Riley, e do seu processo de crescimento através daquilo que se passa na sua mente. Os diferentes sentimentos têm vida e consoante as experiências que Riley vai tendo e vivendo vão formando a sua personalidade através das memórias mais marcantes que são guardadas numa espécie de sistema central. Ao longo do processo, “Joy” - a alegria está convencida que Riley precisa somente de felicidade na sua vida para crescer sempre bem e feliz, mas ao longo das experiências que Riley vai vivendo, todos se vão apercebendo da importância da tristeza (Sadness).

 

O trabalho desenvolvido juntamente com médicos e psicólogos ajudou a desenvolver uma realidade transparente de um tema tão complexo como as emoções e a forma como as nossas memórias e o nosso percurso de vida molda quem somos. Num volte-face final (brilhante) apercebemo-nos (como somos adultos já sabemos, mas não deixa de ser doloroso) de como a tristeza é uma chave essencial para desbloquear muitas situações, para crescer e melhor poder discernir sobre o caminho a seguir. É também na tristeza que criamos e que damos o passo atrás para poder continuar em frente.

 

É um filme obrigatório dos 8 aos 80 anos, para os mais racionais e para os mais emocionais. Ninguém fica indiferente. É um retrato terno de nós que nos deixa de coração cheio e mais conscientes da nossa mente. De repente, aproximadamente durante duas horas, conseguimos quase “tocar” nas nossas emoções e conceptualizá-las. Conseguimos imaginá-las e quase antecipá-las de uma maneira mais "palpável" e menos complexa.

 

E ainda hoje, no rescaldo de seis meses do filme, é recorrente imaginar cinco personificações de sentimentos a comandar o meu “humor”. O que torna tudo, não mais simples, mas mais consciente. E essa é a grande vitória deste filme.

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publicado às 12:54



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